sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Por que os filmes de games são tão ruins. O diretor de Resident Evil explica?



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Alguns filmes baseados em games são passáveis. A maioria é terrível. Mas por quê? Permita a um cara que vive disso (ou pelo menos tenta) explicar.

Paul W.S. Anderson está envolvido com todos os longas de Resident Evil, desde o primeiro, lá de 2002, e acha que a razão pela qual a maioria das adaptações de jogos para o cinema é péssima é a pura e simples falta de conhecimento.

“Muitos filmes de games são feitos por diretores que não conseguiriam distinguir o material de origem de um buraco na própria cabeça”, disse Anderson ao site MCV. “Eles não fazem justiça aos jogos, não entram no mundo dos jogos. É a abordagem errada e é claro que esses filmes não vão dar certo”.

“Você pode enganar as pessoas uma vez, sabe. Eu estava tão ansioso para ver o primeiro filme de Tomb Raider quando ele saiu. Eu vi, não foi muito bom, e eu não me empolguei muito para ver o segundo. Eu acho que o fato de que cada Resident Evil tem sido melhor do que o anterior diz muito [sobre a produção]“.

Claro, Paul. Não se sinta ofendido, mas também ajudou bastante o fato de as pessoas terem expectativas muito baixas com relação aos seus filmes. Vale lembrar que ele também seria o responsável por dirigir o Castlevania para cinema, mas acabou saindo do projeto.
 
Fonte: Game Vicio
 
 
COMENTÁRIO:
O ENGRAÇADO É QUE AS PIORES ADAPTAÇÕES DE GAMES PARA O CINEMA É JUSTAMENTE OS FILMES DELE!
LIXO TOTAL!!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

FILMES QUE NÃO GOSTARÍAMOS DE VER - RESIDENT EVIL 5

Paul W.S. Anderson retorna como diretor mas Sienna Guillory pode ficar de fora

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Sienna Guillory

Segundo o Bloody-Disgusting, Paul W.S. Anderson será o roteirista e diretor de Resident Evil: Retribution, o quinto filme da série Resident Evil.

Milla Jovovich havia divulgado em maio o título do filme e confirmado sua volta, mas não dizia se Anderson - que assinou o primeiro e o quarto filme - retornaria à direção.

No Twitter, a atriz Sienna Guillory disse que retornaria como Jill Valentine, mas o site afirma que a personagem deve ser reescalada. O membro do esquadrão STARS Barry Burton e o oficial da polícia de Raccoon City Leon Scott Kennedy também devem aparecer.

Resident Evil 5 começa a ser filmado em outubro e terá cenas rodadas no Japão, em Tóquio. Assim como os três últimos, que estrearam em setembro nos EUA, a Sony Pictures marcou a estreia de Resident Evil 5 para 14 de setembro de 2012.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mais um fã Consciente da Banda Restart




O que eu posso dizer sobre esse video caros leitores? ISSO É UMA INJUSTIÇA!!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Deputado Bolsonaro ataca novamente!


Jair Bolsonaro volta a criticar Preta Gil. Desta vez, o deputado federal o faz em entrevista à “Playboy”. A pergunta é se ele, heterossexual, considera que praticar sexo anal com a esposa é um ato de promiscuidade. Eis a resposta: “O que acontece entre quatro paredes com um casal é preferência deles. A promiscuidade da Preta Gil está no blog dela. Ela fala ali que é bissexual, diz que na casa dela os héteros eram exceção”.

O deputado passou a ser assediado em março, depois que apareceu no programa “CQC”. Preta Gil perguntou, no ar, o que ele faria se o seu filho namorasse uma negra. Ele respondeu que não corria esse risco já que seus filhos foram bem-educados. A cantora abriu um processo de crime racial contra o deputado.

Confira outros trechos da entrevista:

“Se um casal homossexual vier morar do meu lado, isso vai desvalorizar a minha casa! Se eles andarem de mão dada e derem beijinho, desvaloriza”

“No quartel, quando um soldado tinha um problema, eu mostrava a ele um cassetete escrito ‘psicólogo’. Logo os problemas estavam resolvidos”

“Seria incapaz de amar um filho homossexual. Não vou dar uma de hipócrita aqui: prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí. Para mim ele vai ter morrido mesmo.
fonte: Jornal Extra

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Qual o Valor do Professor


O professor não tem prestígio
Jaime Pinsky

A notícia parece mais velha do que andar pra frente, como diria minha tia Ana, mas agora vem associada a outra: o país forma cada vez menos professores. A carreira atrai menos gente. O diretor do Colégio Bandeirantes, um dos melhores de São Paulo, em entrevista à Folha de S.Paulo, diz que houve desvalorização da carreira do magistério. Um pesquisador da USP alerta que "apenas 2% dos estudantes de escolas médias de ponta declaram que vão prestar vestibular para ser professor". Isso significa que professores são formados entre os que cursam escolas menos boas. São, portanto, menos preparados. E vão encontrar pela frente alunos cada vez mais difíceis. O resultado, todos sabemos: o Brasil é mais conhecido no mundo pela indisciplina e incontinência etílica e sexual de seus jogadores de futebol do que pelos resultados obtidos por seus estudantes.

Não sei se esse quadro é reversível, a esta altura do campeonato. Mas dá para analisar a questão de forma um pouco mais complexa do que simplesmente esmolar por mais prestígio, como se isso pudesse ocorrer por decreto. De resto, esperar que baixe uma medida provisória por parte de um presidente que não lê, assume que não lê, se orgulha de não ler e ainda tem mais de 80% de aprovação da população, é ilusão em estado puro.

Parte do problema tem a ver com a própria forma de os professores perceberem seu papel no mundo de hoje. Muitos deles se equivocam na sua relação com os alunos, uma vez que têm a pretensão de lhes fornecer informações, como se estivéssemos em pleno século 19 e o rádio, a TV e, principalmente, a internet não tivessem sido inventados. Crianças e jovens, mesmo de escolas públicas, são bombardeados com informações, não têm mais como serem preservados até que os pais e a escola decidam o que e como eles devem conhecer. Decidir quando é o momento de fazer o aluno ter contato com determinada informação era algo possível na era de Gutemberg, e essa já acabou.

Hoje cabe aos professores tarefa diferente, a de transformar informações em conhecimento, o que implica promover a articulação de dados fornecidos por um mundo aparentemente desconexo. E não são muitos os professores preparados para desempenhar esse papel. Transformar informações em conhecimento organizado, sistematizado, pressupõe conhecimento que está fora do alcance de mestres que nem sempre se preocupam, eles mesmos, em construir uma base teórica sólida, que implicaria ler livros e lê-los bem. Pergunta: qual o percentual de professores que faz isso?

Claro que uma parte do problema está com o poder público, com as autoridades educacionais. Salvo meia dúzia de municípios e duas ou três secretarias estaduais de educação não se nota preocupação em fornecer aos professores livros de boa qualidade (mesmo que acessíveis, não adianta confundir educação contínua com disciplina de pós-graduação) para que eles robusteçam sua formação, solidifiquem sua massa teórica e atualizem sua prática em sala de aula. E dar livros não é o suficiente, há que se cobrar deles a leitura. Sim, professores devem ser cobrados, para que não se continue a nivelá-los por baixo. Não é aceitável que livro didático do professor continue sendo fonte única do saber daquele que é responsável pela educação dos alunos.

Para os professores recuperarem o prestígio social eles precisam, antes de mais nada, aumentar sua autoestima. Com mais autorrespeito poderão lutar por melhores condições de trabalho, por salários mais dignos, pelo reconhecimento de seu papel (que não é o de babás de alunos grosseiros e agressivos). Mas tudo passa por sua qualificação, para a qual órgãos de classe e governo deveriam se unir.

De pouco tempo para cá até técnicos de futebol, muitos deles analfabetos funcionais, passaram a ser chamados de professor. Imagine a gritaria se fossem denominados advogados, ou médicos, ou enfermeiros. Para os professores parece algo aceitável, até normal, ver um sujeito ao lado do campo, gesticulando para as câmaras de TV (já que seus gritos não são ouvidos por ninguém num estádio cheio) ser chamado de professor.

Será que é assim que os professores se percebem? Patéticos? Gritando e não sendo ouvidos, fingindo ensinar para aqueles que ou já sabem, ou não vão aprender com eles? Os técnicos de futebol pelo menos ganham melhor.

Comentário: O engraçado é que o governo em cada ano eleitoreiro promete a educação como prioridade. A única coisa que fizeram até o presente momento foi vincular uma propaganda na TV para incentivar os jovens a serem professores. Poderiam também colocar na propaganda o valor dos salários e o tratamento a esses profissionais nas escolas. Segue abaixo um video de uma professora que fez um pronunciamento na camara do Rio grande do norte. Assistam o video pois retrata a verdadeira realidade de um profissional brasileiro.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Juventude Perdida

Esse vídeo já é antigo mas eu não poderia deixa-lo de fora do Blog. Nada contra os fãs da banda Restart (da qual não gosto) mas até quem é fã da banda deve ter achado o comportamento dessas pessoas do vídeo, no mínimo ridículo. É um verdadeiro show de horrores! Cada entrevista e cada situação são dignas de uma comédia pastelão daquelas que vc fica revoltado em ver mas que mesmo assim chora de rir. A situação não precisa de muitos comentários, vou deixar que os leitores comentem ao assistir se é que já não assistiram e enviaram para todos os amigos. Abraço a todos os leitores e se divirtam. Obs: Cuidado com o fanatismo pois ele gera esse tipo de situações embaraçosaskkkk