Blog criado para comentar assuntos diversos de uma maneira verdadeira sem papas na língua.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Professor de Educação Física chama aluno de burro
O professor de educação física que chamou um aluno de burro durante uma partida de handebol de jogos escolares foi demitido pela direção do colégio onde trabalhava.
O jogo foi realizado em um ginásio de Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais, na semana passada. O professor Ricardo de Paula Luna comandava o time de um colégio de Pouso Alegre, no Sul de Minas, e se mostrou bastante exaltado durante o tempo técnico e chamou um aluno de 14 anos de burro. Por causa do xingamento, ele foi expulso da quadra.
No último fim de semana, a junta disciplinar dos jogos escolares de Minas Gerais suspendeu o professor por quatro anos. Nesta segunda-feira (15), a equipe pedagógica do colégio julgou o comportamento do professor como inadequado e anunciou a demissão dele.
A direção informou que o professor reconheceu ter tratado o aluno de forma ofensiva e disse que está arrependido.
Logo após o ocorrido, na última semana, o professor tentou se justificar e explicar o seu comportamento. Ele disse que a maneira com que lida com os jogadores tem o consentimento do diretor da escola em que trabalha e dos pais dos estudantes. "Eu falo com os meus alunos da maneira que eu quero. Se eu estou aqui é porque o meu diretor aprovou e porque os pais assinaram", disse o o técnico Ricardo de Paula Luna. O técnico comparou a situação dele com a de profissionais de equipes estaduais e nacionais, como a seleção brasileira de vôlei, que precisam ser “severos” com os atletas.
fonte: Globo.com
Opinião: Opa opa opa... lendo a reportagem parece fácil punir o professor né? A impressa pegou um prato cheio para a polêmica. Então vamos lá, vamos para a opinião isenta dos fatos. Eu, Prof. de Ed. Física Reinaldo do Carmo, tenho que relatar alguns fatos. Lógico que não concordo com a postura do meu colega de profissão mas acho que demiti-lo foi um ato irresponsável. Primeiro que essa questão de jogos escolares serem apenas para integração dos alunos e promover amizades e solidariedade fica apenas no papel. Quem dera se fosse assim e DEVERIA ser assim. Quem já participou desse tipo de evento e principalmente quem leva seus alunos para competir sabe bem do que estou falando. Existem prefeituras e escolas que só aceitam inscrever seus alunos se estes forem para vencer. A realidade de 99% do país é essa. Voces acham que a prefeitura ou a escola quer bancar custos de viagem e estadia para alunos que vão participar dos jogos? kkk. Se um professor levar uma equipe para esses jogos e for derrotada por uma goleada voces caros leitores podem ter certeza que essa, equipe, não participará tão cedo de outra. Alguém se perguntou se o professor da matéria acima não sofreu pressão por resultados? Ou o quanto que ele lutou para conseguir levar esses alunos para competir? Já deixo claro que nunca vi o Professor Ricardo antes que falem que é meu parente e que por isso o estou defendendo. Resumindo, acredito que o Professor deveria ter sido submetido a uma advertência verbal pois se trata de um profissional mal remunerado e que atua numa área que só é lembrada em grandes eventos esportivos ou em matérias de estrelas do esporte, nem vou comentar de salários e reconhecimento pelo governos federal, estadual e municipal pois é simplesmente uma vergonha. O Prof. Ricardo errou, se expressou mal, mas não roubou milhões em esquemas e desvios como vemos deputados, ministros e prefeitos fazendo todos os dias. Para esses a impressa só relata 30 segundos de matéria e pronto se forem punidos nas próximas eleições eles voltam e esse profissional de Ed. Física? será que alguma outra escola vai contrata-lo? pensem nisso...
abraço aos leitores...
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Por que os filmes de games são tão ruins. O diretor de Resident Evil explica?
Alguns filmes baseados em games são passáveis. A maioria é terrível. Mas por quê? Permita a um cara que vive disso (ou pelo menos tenta) explicar.
Paul W.S. Anderson está envolvido com todos os longas de Resident Evil, desde o primeiro, lá de 2002, e acha que a razão pela qual a maioria das adaptações de jogos para o cinema é péssima é a pura e simples falta de conhecimento.
“Muitos filmes de games são feitos por diretores que não conseguiriam distinguir o material de origem de um buraco na própria cabeça”, disse Anderson ao site MCV. “Eles não fazem justiça aos jogos, não entram no mundo dos jogos. É a abordagem errada e é claro que esses filmes não vão dar certo”.
“Você pode enganar as pessoas uma vez, sabe. Eu estava tão ansioso para ver o primeiro filme de Tomb Raider quando ele saiu. Eu vi, não foi muito bom, e eu não me empolguei muito para ver o segundo. Eu acho que o fato de que cada Resident Evil tem sido melhor do que o anterior diz muito [sobre a produção]“.
Claro, Paul. Não se sinta ofendido, mas também ajudou bastante o fato de as pessoas terem expectativas muito baixas com relação aos seus filmes. Vale lembrar que ele também seria o responsável por dirigir o Castlevania para cinema, mas acabou saindo do projeto.
Fonte: Game Vicio
COMENTÁRIO:
O ENGRAÇADO É QUE AS PIORES ADAPTAÇÕES DE GAMES PARA O CINEMA É JUSTAMENTE OS FILMES DELE!
LIXO TOTAL!!!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
FILMES QUE NÃO GOSTARÍAMOS DE VER - RESIDENT EVIL 5
Paul W.S. Anderson retorna como diretor mas Sienna Guillory pode ficar de fora

Sienna Guillory
Segundo o Bloody-Disgusting, Paul W.S. Anderson será o roteirista e diretor de Resident Evil: Retribution, o quinto filme da série Resident Evil.
Milla Jovovich havia divulgado em maio o título do filme e confirmado sua volta, mas não dizia se Anderson - que assinou o primeiro e o quarto filme - retornaria à direção.
No Twitter, a atriz Sienna Guillory disse que retornaria como Jill Valentine, mas o site afirma que a personagem deve ser reescalada. O membro do esquadrão STARS Barry Burton e o oficial da polícia de Raccoon City Leon Scott Kennedy também devem aparecer.
Resident Evil 5 começa a ser filmado em outubro e terá cenas rodadas no Japão, em Tóquio. Assim como os três últimos, que estrearam em setembro nos EUA, a Sony Pictures marcou a estreia de Resident Evil 5 para 14 de setembro de 2012.
Sienna Guillory
Segundo o Bloody-Disgusting, Paul W.S. Anderson será o roteirista e diretor de Resident Evil: Retribution, o quinto filme da série Resident Evil.
Milla Jovovich havia divulgado em maio o título do filme e confirmado sua volta, mas não dizia se Anderson - que assinou o primeiro e o quarto filme - retornaria à direção.
No Twitter, a atriz Sienna Guillory disse que retornaria como Jill Valentine, mas o site afirma que a personagem deve ser reescalada. O membro do esquadrão STARS Barry Burton e o oficial da polícia de Raccoon City Leon Scott Kennedy também devem aparecer.
Resident Evil 5 começa a ser filmado em outubro e terá cenas rodadas no Japão, em Tóquio. Assim como os três últimos, que estrearam em setembro nos EUA, a Sony Pictures marcou a estreia de Resident Evil 5 para 14 de setembro de 2012.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Mais um fã Consciente da Banda Restart
O que eu posso dizer sobre esse video caros leitores? ISSO É UMA INJUSTIÇA!!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Deputado Bolsonaro ataca novamente!
Jair Bolsonaro volta a criticar Preta Gil. Desta vez, o deputado federal o faz em entrevista à “Playboy”. A pergunta é se ele, heterossexual, considera que praticar sexo anal com a esposa é um ato de promiscuidade. Eis a resposta: “O que acontece entre quatro paredes com um casal é preferência deles. A promiscuidade da Preta Gil está no blog dela. Ela fala ali que é bissexual, diz que na casa dela os héteros eram exceção”.
O deputado passou a ser assediado em março, depois que apareceu no programa “CQC”. Preta Gil perguntou, no ar, o que ele faria se o seu filho namorasse uma negra. Ele respondeu que não corria esse risco já que seus filhos foram bem-educados. A cantora abriu um processo de crime racial contra o deputado.
Confira outros trechos da entrevista:
“Se um casal homossexual vier morar do meu lado, isso vai desvalorizar a minha casa! Se eles andarem de mão dada e derem beijinho, desvaloriza”
“No quartel, quando um soldado tinha um problema, eu mostrava a ele um cassetete escrito ‘psicólogo’. Logo os problemas estavam resolvidos”
“Seria incapaz de amar um filho homossexual. Não vou dar uma de hipócrita aqui: prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí. Para mim ele vai ter morrido mesmo.
fonte: Jornal Extra
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Qual o Valor do Professor
O professor não tem prestígio
Jaime Pinsky
A notícia parece mais velha do que andar pra frente, como diria minha tia Ana, mas agora vem associada a outra: o país forma cada vez menos professores. A carreira atrai menos gente. O diretor do Colégio Bandeirantes, um dos melhores de São Paulo, em entrevista à Folha de S.Paulo, diz que houve desvalorização da carreira do magistério. Um pesquisador da USP alerta que "apenas 2% dos estudantes de escolas médias de ponta declaram que vão prestar vestibular para ser professor". Isso significa que professores são formados entre os que cursam escolas menos boas. São, portanto, menos preparados. E vão encontrar pela frente alunos cada vez mais difíceis. O resultado, todos sabemos: o Brasil é mais conhecido no mundo pela indisciplina e incontinência etílica e sexual de seus jogadores de futebol do que pelos resultados obtidos por seus estudantes.
Não sei se esse quadro é reversível, a esta altura do campeonato. Mas dá para analisar a questão de forma um pouco mais complexa do que simplesmente esmolar por mais prestígio, como se isso pudesse ocorrer por decreto. De resto, esperar que baixe uma medida provisória por parte de um presidente que não lê, assume que não lê, se orgulha de não ler e ainda tem mais de 80% de aprovação da população, é ilusão em estado puro.
Parte do problema tem a ver com a própria forma de os professores perceberem seu papel no mundo de hoje. Muitos deles se equivocam na sua relação com os alunos, uma vez que têm a pretensão de lhes fornecer informações, como se estivéssemos em pleno século 19 e o rádio, a TV e, principalmente, a internet não tivessem sido inventados. Crianças e jovens, mesmo de escolas públicas, são bombardeados com informações, não têm mais como serem preservados até que os pais e a escola decidam o que e como eles devem conhecer. Decidir quando é o momento de fazer o aluno ter contato com determinada informação era algo possível na era de Gutemberg, e essa já acabou.
Hoje cabe aos professores tarefa diferente, a de transformar informações em conhecimento, o que implica promover a articulação de dados fornecidos por um mundo aparentemente desconexo. E não são muitos os professores preparados para desempenhar esse papel. Transformar informações em conhecimento organizado, sistematizado, pressupõe conhecimento que está fora do alcance de mestres que nem sempre se preocupam, eles mesmos, em construir uma base teórica sólida, que implicaria ler livros e lê-los bem. Pergunta: qual o percentual de professores que faz isso?
Claro que uma parte do problema está com o poder público, com as autoridades educacionais. Salvo meia dúzia de municípios e duas ou três secretarias estaduais de educação não se nota preocupação em fornecer aos professores livros de boa qualidade (mesmo que acessíveis, não adianta confundir educação contínua com disciplina de pós-graduação) para que eles robusteçam sua formação, solidifiquem sua massa teórica e atualizem sua prática em sala de aula. E dar livros não é o suficiente, há que se cobrar deles a leitura. Sim, professores devem ser cobrados, para que não se continue a nivelá-los por baixo. Não é aceitável que livro didático do professor continue sendo fonte única do saber daquele que é responsável pela educação dos alunos.
Para os professores recuperarem o prestígio social eles precisam, antes de mais nada, aumentar sua autoestima. Com mais autorrespeito poderão lutar por melhores condições de trabalho, por salários mais dignos, pelo reconhecimento de seu papel (que não é o de babás de alunos grosseiros e agressivos). Mas tudo passa por sua qualificação, para a qual órgãos de classe e governo deveriam se unir.
De pouco tempo para cá até técnicos de futebol, muitos deles analfabetos funcionais, passaram a ser chamados de professor. Imagine a gritaria se fossem denominados advogados, ou médicos, ou enfermeiros. Para os professores parece algo aceitável, até normal, ver um sujeito ao lado do campo, gesticulando para as câmaras de TV (já que seus gritos não são ouvidos por ninguém num estádio cheio) ser chamado de professor.
Será que é assim que os professores se percebem? Patéticos? Gritando e não sendo ouvidos, fingindo ensinar para aqueles que ou já sabem, ou não vão aprender com eles? Os técnicos de futebol pelo menos ganham melhor.
Comentário: O engraçado é que o governo em cada ano eleitoreiro promete a educação como prioridade. A única coisa que fizeram até o presente momento foi vincular uma propaganda na TV para incentivar os jovens a serem professores. Poderiam também colocar na propaganda o valor dos salários e o tratamento a esses profissionais nas escolas. Segue abaixo um video de uma professora que fez um pronunciamento na camara do Rio grande do norte. Assistam o video pois retrata a verdadeira realidade de um profissional brasileiro.
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